Image Map

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A ABOLIÇÃO DO TRÁFICO. A ESCRAVIDÃO CAMINHA PARA O FIM NO BRASIL*

O Sistema Servil na sociedade brasileira ganhava cada vez mais críticos. Após a Independência, o sentimento pelo fim da escravidão aumentara e sua consumação parecia algo bem mais próximo da realidade. Embora a população escrava fosse maior do que a livre, ela não foi determinante para por fim ao Sistema Servil. Todavia, não pode ser considerada passiva ante os acontecimentos que colocavam em pauta o futuro de cada um.

Isto pode ser observado facilmente na Bahia, onde houve o maior número de revoltas e agitações, que buscavam o fim da escravidão. Um dos fatores que justifica a não participação negra ativamente, é o fato de a população escrava não formar uma classe política homogênea, visto que, propositalmente, misturavam-se negros de vários lugares da África a fim de impedir uma rebelião, algo que era bastante temido pela população branca.

Esse temor não era apenas fantasia já que ocorrera exatamente assim em São Domingos, em que a população escrava rebelou-se, tornando-se a protagonista principal no processo de libertação. Com uma massa cativa superior, havia um ambiente fértil no Brasil para suceder o mesmo.

A nação recém-independente não podia se macular com tal sistema e isto era reconhecido inclusive por nomes influentes da política local, como José Bonifácio, patrono da Independência. Para ele, o Brasil jamais seria uma nação homogênea e respeitada internacionalmente se continuasse com a mão de obra escrava como parte de sua estrutura.

Outro fator que corroborou para o enfraquecimento de tal sistema foi tráfico africano. Embora usassem de artimanhas como não separar pais e filhos, marido e mulher, as circunstâncias em que viviam os negros dificultavam sua multiplicação e isto não impedirá os efeitos da abolição do tráfico, ocorrida em 1850.

Enquanto a escravidão brasileira estava longe dos olhos da Europa e fora de seus interesses, o tráfico africano dizia respeito a inúmeros países, que discutiam sua legalidade e legitimidade. Como o tráfico e a escravidão estavam indissociavelmente ligados, as medidas tomadas por países europeus em relação ao tráfico africano, afetará diretamente o Brasil.

Para por fim ao comércio de negros, entre em cena aquela que fora a maior fornecedora de negros as colônias americanas, a Inglaterra. Obstinada em eliminar a importação de africanos cativos, a Inglaterra sanciona inúmeras leis e assina outros tratados objetivando o fim da escravidão para atender seus interesses.

O Império brasileiro precisava ser reconhecido internacionalmente e o reconhecimento vindo justamente da Inglaterra render-lhe-ia atributos que não poderiam ser descartados. Envolvida diretamente no processo que levou Pedro I a se tornar imperador, a Rainha dos Mares cobrará seu preço e isto se fará em 1827, quando será considerado pirataria o tráfico negreiro em território brasileiro, sendo punido como tal.

Com os resultados nada animadores, a Inglaterra obtém uma cláusula que lhe permite vistoriar navios em alto mar suspeitos de tráfico negreiro, isto, contudo, permite aos traficantes buscar mecanismos para driblar a fiscalização, como jogar ao mar toda a carga que lhe incriminaria. Na sua caçada interminável, os ingleses agora não consideram apenas os negros encontrados nos navios, mas elementos que mostram indícios de transporte de cativos, como ferros que eram usados na amarração.

 Cessada a concessão de vistoriar em alto mar os navios suspeitos, a Inglaterra agora vale-se de todo seu poder  e, arbitrariamente, passa a inspecionar todos os navios suspeitos mesmo sob protesto do governo brasileiro e sem concessão diplomática para tal. Onde quer que estivesse um navio traficante, lá ia a marinha inglesa interceptá-lo e colocar seus comandantes sob julgamento do Almirantado.

Tal perseguição sem trégua alastrou-se durante anos enfraquecendo definitivamente o sistema servil brasileiro bem como toda sua estrutura econômica que estava intimamente associada à mão de obra escrava. Isso mudará definitivamente o cenário econômico nacional que, entre crises e recuperações, há de se industrializar timidamente ao longo dos anos. 


* Por Nilsomar Morais. Graduado em História.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

NUNCA CHEGAREMOS À GRAÇA

A presidenta do Brasil parece zombar do povo. Enquanto os noticiários expõem a Petrobras e a sujeira nela instalada, Dilma defende Graça Foster. Falou de sua lisura e credibilidade, um endeusamento descomunal e retórico que o cidadão de bem, honesto e trabalhador chega a pensar que está vivendo em um mundo avesso aos ideais éticos e morais.

Graça Foster é o exemplo de dignidade, nós estamos perdidos; não há vagas neste país medíocre para o caráter e a honra, só para o roubo e a maracutaia que se alastra na veia do Estado para garantir a tal governabilidade e perpetuar uma cambada de sanguessugas ostentando poder e riqueza às custas do trabalhador brasileiro. Com nossas lutas e árduo trabalho honesto, jamais chegarmos à graça, mas Graça, chegou aos céus tupiniquins, onde jorra petróleo e propina.

A retórica petista deve ser surreal, não está dentro de um plano físico, tampouco é alcançável pela razão, tal qual o mundo das ideias do filósofo Platão. Ele é inatingível por nós mortais, só pelos escolhidos; enquanto o Lula falou que o Sarney não poderia ser considerado um homem comum, Dilma agora aparece e defende o indefensável, colocando Graça Foster como a vítima das acusações de Venina da Fonseca.

Sim; Venina deve está querendo aparecer, ser capa de revista ou galgar uma carreira política, afinal, irregularidades na licitação é algo muito superficial, não dá de saber do que se trata, é indigno de uma indagação por parte da chefe. Foster não sabia de nada; aliás, nunca soube, a oposição é que está procurando chifre em cabeça de cavalo, nós, os indignados com o esquartejamento da Petrobras, estamos todos errados.

Eles são deuses a definir nosso futuro e Marilena Chauí nos provou isso quando disse que "quando o Lula fala o mundo se ilumina", não podemos colocar em cheque o dogmatismo petista e nem duvidar de tamanha santidade e inocência. Quando apontaram o dedo para Lula e perguntaram se Venina queria derrubar todo mundo, o universo inteiro parou; O sol sentiu o pavor de perder a Luz maior vinda do vocabulário promissor do então presidente, Jesus Cristo deve ter sentido medo de ver ruir o homem que ilumina o mundo.

Lula, Dilma e Graça Foster, estão acima da sensibilidade humana, eles nunca sabem de nada, não importa se toda essa parafernália acontecia debaixo do nariz de cada um. Lula, continuará o deus petista, Dilma a presidente a zombar do povo e Graça permanecerá na Petrobras, não importa se o Procurador da República já pediu a demissão da equipe de Foster, não importa se milhões de brasileiros querem o mesmo, Dilma é sábia e já disse que ela fica e Graça tem mais graça que todos nós, os desgraçados.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

QUEDA NA EDUCAÇÃO PENALVENSE. CADÊ A REVOLUÇÃO PROMETIDA?

A educação é uma das principais bandeiras defendidas por aspirantes ao poder. Promessas de revolução, avanço, transformação e uma série de outros vocábulos retóricos capazes de seduzir o eleitor esperançoso, é o plano de fundo de uma campanha em um município carente como Penalva. O governo atual aderiu à "revolução educacional" em suas promessas em palanques, todavia, esta está longe de ser um trufo para a atual gestão. 

Não precisa ser um especialista para verificar a deficiência técnica no quadro educacional penalvense. Ela existe e o reflexo seu pode ser verificado no resultado do último IDEB: caímos de 4.0 em 2011 para 3.5 em 2013. foi uma queda acentuada, visto que o estabelecido para o ano 2013 era de 4.2. E nem adianta vir com a desculpa de Adão e Eva, aquela de botar a culpa em um e outro, visto que esta queda interrompe um ciclo de crescimento que vinha desde 2007, na gestão do emblemático Nauro Muniz. 

Se a educação é um dos setores mais importantes para o desenvolvimento, então Penalva estará condenada ao retrocesso caso este percentual permaneça nos assombrando.

Onde está a culpa pela queda no IDEB? Bom, pode-se usar o velho discurso de que o professor é mal remunerado, todavia, o sindicato reclamou para si a conquista de o  salário do professor de Penalva ser um dos maiores da região, Zeca Gama, todavia, usava isso como uma das maiores conquistas de sua gestão. A gestão atual lembrou que o professor penalvense já ganhava muito bem e seria inviável o aumento que queriam, aqueles 6,32, lembram? 

O fator mais convincente estaria no modo de como a gestão contrata os professores (no modo e não nos contratados); boa parte destes atende a critérios políticos e não técnicos, assim, a indicação política fala mais alto do que o aspecto competência. É bem verdade que há muitos contratados bons, que defendem seus empregos e conduzem com eficiência o seu trabalho, outros tantos hão de aprender na prática a arte da docência, ingressarão no magistério ou faculdade para se aprimorarem, porém no exercício da profissão, enquanto ideal seria o caminho inverso.

Eles (os contratados) não têm culpa, são jovens sonhando com a independência financeira, pais e mães de família que jamais diriam não à oportunidade de darem aos filhos o pão de cada dia. 

Outros fatores são o salário destes e as condições oferecidas para o desempenho da função: um salário mínimo para exercer a maior e mais honrosa das profissões, com desconto do INSS, diga-se de passagem, pagando ainda boa parte do seu salário para se deslocar até o local de trabalho. 

Parece não haver um compromisso com o filho do lavrador que sonha não vê-lo se enveredar na vida semelhante à sua, parece está havendo um genocídio em massa, ao matar os sonhos de inúmeras crianças que sonham um dia serem médicas, advogados, professores...

E nós, cidadãos, como estamos reagindo a isso tudo? inertes? encontraremos culpados e não apontaremos a solução. Esta é muito simples: educa quem é capaz e não capataz; a educação não pode ser usada como barganha política, são vidas, sonhos e esperanças que estão em jogo. É o futuro que está nas mãos dos professores e de quem os conduz. 

Nós nos traumatizamos com a derrota para Alemanha na copa, mas não nos traumatizamos no dia 03 de dezembro de 2013, quando foi divulgada a classificação do Brasil na educação entre 65 países e ficamos em 58° lugar. Ficamos frustados com a Seleção na derrota do terceiro lugar para a Holanda e não dissemos nada quando em 01 de março de 2011, a UNESCO divulgou a classificação da educação para 128 países e ficamos em 88°, um dos piores resultados incluindo os países mais pobres do mundo. 

Um dos raros exemplos vem da Câmara de Vereadores. O vereador Mesaque Veloso repudiou formalmente a Gestão Municipal pela queda na educação. 

Soframos pela não conquista do futebol brasileiro; mas também soframos porque não estamos fazendo uma Penalva melhor e estamos regredindo na educação. Soframos pela Petrobras, pelo IDEB. Soframos, sim, mas sem jamais perder a capacidade de se indignar com as mazelas sociais que nos assolam nem a vontade de fazer de Penalva um lugar melhor.




                                    por: Nilsomar Morais

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

LULA E DILMA SABIAM DO PETROLÃO, DIZ DOLEIRO

Em reportagem de capa, a revista Veja informa a menos de 72 horas da eleição presidencial: “O doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobras, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, na terça-feira, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal.”
Acusado de lavar algo como R$ 10 bilhões em verbas de má origem, Youssef foi preso em março. Depõe como delator desde 29 de setembro. De acordo com o relato do repórter Robson Bonin, o doleiro está bem mais magro, exibe um rosto pálido, raspou o cabelo e livrou-se da barba. Habituado às sombras, ele agora rompe o silêncio com desassombro.
A alturas tantas, Youssef soou peremptório: “O Planalto sabia de tudo.” O delegado federal que o inquiria quis saber: “Mas quem no Planalto?” E o delator: “Lula e Dilma.” Exposto no site da revista, o teor da capa de Veja veio à luz mais cedo. Normalmente, costuma ser divulgado nas noites de sábado. Por ora, o Planalto, o Instituto Lula e o PT não se manifestaram.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A EDUCAÇÃO SUPERIOR EM BAIXA*

O conceito Educação Superior, traz consigo implicações que permeiam ideias a respeito do tema. Do educando universitário espera-se algo igualmente condizente com o conceito de superior, sua aplicabilidade educacional na sociedade. Isto porque a universidade é encarada como uma instituição de desenvolvimento educacional bem mais pleno, complexo e científico; mesmo em dualismo conceitual que gira em torno dela se a mesma forma ou informa, o meio universitário é sempre tido como respeitável meio intelectual e cientifico.

        Todavia, com a disseminação da educação superior, que alcança os mais longínquos e isolados locais, vem havendo uma regressão intelectual no meio acadêmico, e isto não é apenas por conta da interiorização do ensino, visto que pode  ser facilmente constatada uma ampla deficiência nos centros urbanas de alunos da educação superior. A explicação pode está no fato da ampliação da acessibilidade associada à Educação Básica de qualidade mediana; gerando um ciclo vicioso que formará docentes universitários de capacidade baixa que, por sua vez, formarão alunos de capacidade ainda mais baixa.
        Constata-se ainda o fato de o professor tornar-se menos exigente nos conteúdos e trabalhos para não correr o risco de reprovar a grande maioria da turma. Isso gera uma situação inversa no processo educacional ideal: a educação adapta-se ao educando, quando o desafiador seria o educando adaptar-se à educação.
        Trabalhos superficiais, pesquisas com conteúdos extraídos na íntegra da internet e colocados nos trabalhos escritos, apresentações de leituras sem uma postura em relação ao que se expõem; tudo isso, quando aceito pelo professor contribui para um regresso científico dentro de uma concepção do que seja Educação Superior.

                                                                                                                              Por: Nilsomar Morais

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

VENDO O MEU VOTO *

DEPOIS DE MUITO PENSAR, RESOLVI VENDER O MEU VOTO. A CLASSE POLÍTICA CAIU NO DESCRÉDITO DE MUITOS, AS PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS E O SUMIÇO PÓS ELEIÇÃO NOS TORNAM PESSIMISTAS E AS PALAVRAS DE MUITOS POLÍTICOS SOAM COMO MERA RETÓRICA ENGANADORA. POR ISSO QUERO VENDER MEU VOTO, NÃO POR 50 REAIS OU 100, MEU DIREITO DE VOTAR FOI CONQUISTADO AO CUSTO DE MUITO SUOR E SANGUE DE BRASILEIROS QUE LUTARAM POR ESSE DIREITO.

NÃO QUERO DESPERDIÇÁ-LO, JOGANDO NA LAMA TAMANHA LUTA AO VENDÊ-LO POR TÃO POUCO, ANTES MEU VOTO É CARO E BARATO AO MESMO TEMPO, VISTO QUE QUERO VENDER OU TROCÁ-LO POR UM ATENDIMENTO DIGNO EM UM HOSPITAL DECENTE, VENDO-O POR UMA ESCOLA QUE ABRIGUE OS ALUNOS SEUS DA CHUVA E DO CALOR DO SOL; TROCO-O AINDA PELAS OPORTUNIDADES PARA OS MARANHENSES CONSTRUÍREM SUAS VIDAS AQUI MESMO, SEM A NECESSIDADE DE IR PARA LONGÍNQUAS TERRAS NA ESPERANÇA DE UM FUTURO PROMISSOR. MEU VOTO SERÁ COMPRADO PELA MOEDA DA JUSTIÇA SOCIAL, QUE MUITO MARGINALIZA O POBRE, OPRIME OS NEGROS E MATA A ESPERANÇA DE TODOS OS NEGROS POBRES QUE SÃO EXCLUÍDOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, DA POLÍTICA E DA SOCIEDADE COMO UM TODO.

TROCO MEU VOTO PELO EXTERMÍNIO DA CORRUPÇÃO, QUE DILACERA A CARNE DO POVO COMO UM CORROSIVO SAGAZ A SERVIÇO DE POLÍTICOS ASSASSINOS DE ESPERANÇAS É POR ESTE PREÇO QUE VENDO MEU PRECIOSO VOTO E COMO TROCO, ACEITO UMA SOCIEDADE MAIS DIGNA, JUSTA, IGUALITÁRIA E CAPAZ DE FAZER CADA UM SE ORGULHAR DO NOSSO BRASIL E TAMBÉM DO NOSSO AMADO MARANHÃO. 


Por: Nilsomar Morais

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O PORQUÊ DE RUBENS JR E JÚLIO PINHEIRO SEREM BOAS ALTERNATIVAS PARA PENALVA

Primeiro porque a forma como estão sendo apoiados em Penalva rompe com estrutura vigente de interesse unilateral. Por muito tempo vimos cabos eleitorais se beneficiando individualmente em troca de votos. Trata-se de um modelo tipo: compre um (cabo eleitoral) e leve muitos (votos dos eleitores). Baseada no dinheiro, essa forma que beneficiou muitos deputados aqui e ainda beneficia, não se compromete com o pós-eleição, isto é, acaba no dia da eleição por se tratar de uma compra semelhante àquele nas eleições municipais em que o prefeito ou vereador compra o voto e desobriga-se de compromissos sociais futuros com o eleitor.

A campanha de Rubens Pereira Júnior e professor Júlio Pinheiro, une elementos que possibilitarão retorno social ao município de Penalva: apoiada pelo SIMDSEMP, não há ninguém que que esteja ganhando dinheiro com esse apoio e isto não impedirá de bater a porta dos referidos deputados depois de eleito. Isso sim será a moeda de troca de apoio a ambos, qual seja, projetos e emendas para a cidade. 

Depois, o perfil dos candidatos. Rubens Junior, é deputado estadual atuante, denunciou o escândalo do Bolsa-Eleição em que a governadora reunia um grupo de políticos derrotados uma vez no mês e, com o nosso dinheiro, pagava um alto salário a eles, evitando um prejuízo de 14 MILHÕES aos cofres do Maranhão. Ficha limpa, nada o desabona na disputa pela Câmara Federal.

Já o professor Júlio Pinheiro possui um histórico de lutas principalmente na área educacional, sempre em defesa dos profissionais que aí atuam. Presidente do SINPROESEMMA, liderou duas greves, cobrando do governo a aprovação do estatuto. Paralisou, junto com os educadores, a Assembleia Legislativa, em 2013, para evitar que a governadora cortasse recursos da educação.

Com um histórico assim, Penalva estará bem representada na Câmara Federal e Assembleia Legislativa. Diferente de todos os deputados que daqui levaram muitos votos e nada fizeram por esta terra, Rubens Junior e Júlio Pinheiro carregarão o peso do Sindicato dos Servidores de Penalva, cuja história de luta o credencia para colocar o interesse da coletividade acima do individual, aliás, como sempre o fez.