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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Instituto Data M confirma favoritismo de Flavio Dino para 2014

De acordo com a consulta realizada pelo Instituto Data M, o presidente da Embratur Flávio Dino (PCdoB) segue na liderança das intenções de voto com 55,3%, seguido por Luis Fernando Silva (PMDB, secretário de Infraestrutura do Estado), que obteve 13,7% das intenções. A deputada Eliziane Gama (PPS) ficou na terceira posição, registrando 6,9%. Os que declaram não votar em Nenhum dos candidatos somaram 7,7% e os que não souberam responder NS/NR representaram 16,4% dos entrevistados.
A aferição, realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2014, mostra que Dino tem 41,6 pontos percentuais à frente de Luis Fernando, candidato do grupo Sarney.
Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos possíveis candidatos não são apresentados ao entrevistado, Flávio Dino lidera, obtendo 29,1%, Luís Fernando 5,1%, Roseana Sarney 2% e Eliziane Gama 1,3%.
Quando é colocado somente os dois candidatos melhores colocados, Flávio Dino desponta com 58,3%, contra 15,5% de Luis Fernando. A diferença é de 42,8 pontos percentuais.
Ou seja, Flávio Dino tem 41,6 pontos de vantagem sobre Luis Fernando no cenário com Eliziane. Sem ela, a diferença sobe para 42,8 pontos.
A pesquisa foi realizada em 58 cidades de todas as regiões do Maranhão. O Data M ouviu 1.500 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Rejeição
Luís Fernando é rejeitado por 28,7% dos eleitores, Eliziane Gama chega a 17,3%, Roberto Rocha (13,2%) e Flávio Dino (10%).
Senado
Para o Senado Federal, o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) surge na frente com 25,2% das intenções de votos. A governadora Roseana Sarney (PMDB), bastante desgastada perante a opinião pública, vem logo em seguida, alcançando 20,7%. Colado na governadora, aparece o deputado federal Domingos Dutra (SDD), com 20,0%. Não votariam em nenhum deles somam 15,8% e não sabem ou não responderam somam 15,3%.
Se a disputa fosse entre os candidatos da oposição e Gastão Vieira (PMDB), a disputa pelo Senado teria Roberto Rocha na dianteira com 26,1%, Domingos Dutra com 19,7% e Gastão Vieira com 13,4%. Não votariam em nenhum deles é 17,5% e não sabem ou não responderam, 23,3%.
Somente entre dois candidatos, Roberto Rocha amplia a vantagem para 38,8%, contra 21% de Roseana Sarney. Não votariam em nenhum (20,9%) e Não sabem ou não responderam (19,3%). Entre Rocha e Gastão, o cenário ficaria com 36,4% para Rocha e 16,9% Gastão. Nenhum deles (22,2%) e não sabem ou não responderam (24,5%).
Rejeição
No quesito rejeição, quando é perguntado “De todos os pré-candidatos a senador, em qual deles o Sr.(a) NÃO votaria de jeito nenhum?”, eis o resultado: Roseana Sarney 56%; Domingos Dutra 11,7%, Roberto Rocha 6,5% e Gastão Vieira 6,5%.
Confira os gráficos abaixo de como ficou a composição da pesquisa:
Governo estimulada

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O VERBO ROUBAR NA POLÍTICA E A TRANSFORMAÇÃO DA ÉTICA NA SOCIEDADE.

                                            Por: Nilsomar Morais*

As mudanças conceituais e comportamentais assustam cada vez mais cedo as pessoas. Vivendo em uma era digital em que tudo corre e ocorre na velocidade da luz, não nos causa espanto tabus serem quebrados, casamentos instantâneos, presos virando evangélicos, evangélicos sendo presos; virgindades colocadas em leilão e uma série de fatos que seriam assombrosos décadas atrás; incogitáveis ante o padrão tradicionalista de uma sociedade fechada às ideias liberais; preservadora da “moral e dos bons costumes”.

Se, para Nietzsche, Deus (valores morais) está morto, para a sociedade atual ele está, no mínimo, ultrapassado; sendo substituído por outro deus a cada novo clicar do mouse, ligar da TV e outras tarefas simples cuja execução nos transporta para uma nova sociedade em constante mudança. Na língua, palavras caem em desuso (poer- forma ultrapassada do verbo por-), conceitos mudam de sentidos (idiota- individuo que não se interessava por política) e assim, somos forçados a aderir ao “novo” como uma forma de ratificar nossa modernidade.

Nessas mudanças, a política ganhou contornos inimagináveis a qualquer idiota (no sentido antigo) grego do século V a.c. Nossos representantes atribuíram novos traços ao verbo roubar (subtração de bens alheios indevidamente). Se em uma época moralista roubar ou furtar seria uma prática que tornaria indigna qualquer um que a cometesse (NÃO FURTARÁS), hoje ela tem um peso quase irrelevante, deixando para outras a indignidade; “ele rouba, mas faz”.  O não fazer tornou-se mais desprezível que o roubar, e aceitamos passivamente tudo isso como que submetidos a uma lavagem cerebral.

Roubar é moda no meio político, raramente vai pra cadeia alguém que o faz. Quando vai, é tratado com regalias: horário de visitas flexível, equipe médica à disposição, propostas de emprego etc. Eles são Super-homens; roubaram ou desviaram muito dinheiro; mataram inúmeras crianças por falta de hospital. Suas práticas impediram que outras tantas não frequentassem escolas nem tivessem o direito de sonhar. São Semideuses que a antropolatria humana o fez, possuem selas especiais (Complexo da papuda).

Diferentes daqueles miseráveis sub-humanos amontoados em penitenciárias abarrotadas de gente (Pedrinhas), onde cabeças literalmente rolam. Eles são “inferiores”; muitos dos que lá estão furtaram uma galinha; traficavam drogas; perturbaram a ordem pública. São “indignos” de viver na sociedade onde é proibido roubar pra uns e privilégio para outros.

A ética dos nossos avós jamais aceitaria isso. “quem mente rouba, quem rouba faz coisas ainda piores”, mas hoje está tão comum roubar na politica que só nos assustamos com as ruas que não foram asfaltadas, com o hospital que não foi construído, com a escola bem estruturada que foi promessa de campanha, com os empregos que não vieram etc. 

Ah! Se eles soubessem que tudo isso não veio justamente por causa de pequenos “desvios”, dos superfaturamentos e de irrisórios favores a correligionários; quem sabe assim a nossa ética retornaria com os mesmos valores de antes e nos causasse repugnância quem se apropriasse da coisa pública. Finalmente libertar-nos-íamos das garras de um assistencialismo politico que oprime o ignorante e tantos outros que não dançam a mesma música tocada pela banda podre da nossa, ainda velha, política. 




Nilsomar Morais é formado em Comunicação Educativa e Graduando em História pela FACITEL, escreve esporadicamente para o Alva Pena.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Origem da palavra "TCHAU"

Tchau é uma interjeição de despedida e significa “até logo” ou “até à vista”. O gesto feito com a mão em sinal de despedida também é designado por "tchau".
O termo tem origem no idioma italiano, mais especificamente no dialeto veneziano (uma variante do italiano falada na região de Veneza, Itália).
A sonoridade da palavra italiana “ciao” (cuja pronúncia é semelhante a “tchau”) começou a ser usada pelos brasileiros através dos imigrantes italianos, povo que possui uma grande comunidade no Brasil.
Na Itália, a origem da palavra “ciao” é curiosa. “Ciao” é a forma reduzida da frase “Io sono suo schiavo”, que significa literalmente em Português “Eu sou seu escravo”. Uma tradução mais corrente seria: “Eu estou às suas ordens” ou, ainda, “Eu estou servilmente às suas ordens”.
No dialeto que se falava em Veneza na Idade Média, a palavra “schiavo” (escravo, servo) soava como “chavo”. Era uma forma de reverência e cavalheirismo cumprimentar ou se despedir com a frase “Io sono suo schiavo”.
A expressão alcançou outras regiões da Itália e, com o tempo e com o uso, simplificou e ganhou a pronúncia do atual termo “ciao”. Na Itália a saudação informal “ciao” é usada como forma de cumprimento ao chegar e também como expressão de despedida.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Mais um detento é encontrado morto no Maranhão

Mais um detento é encontrado morto dentro do sistema prisional maranhense, o preso, identificado como Cledeílson de Jesus Cunha, de 37 anos,  foi encontrado esquartejado dentro de um balde de lixo, no Centro de Ressocialização de Presos, de Santa Inês.O corpo foi encontrado na tarde da última quarta-feira (22).

Com o registro, sobe para quatro o número de mortes no sistema prisional maranhense. As três anteriores aconteceram em instalações do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

Ele foi um dos presos transferidos da Casa de Detenção (Cadet) de Pedrinhas, em outubro do ano passado, quando a Cadet foi depredada durante rebelião que resultou na morte de nove detentos e 20 feridos.
O Centro de Ressocialização possui capacidade para 78 pessoas, mas atualmente abriga 94 detentos.

Outras mortes
No início da manhã da última terça-feira (21/01), em uma cela da Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ) de Pedrinhas, em São Luís.

O interno morto foi identificado como Jô de Souza Nojosa. De acordo com as informações, o preso morreu por enforcamento com uma 'teresa' (corda feita com pedaços de pano).

Na madrugada do dia 2, o interno Josivaldo Pinheiro Lindoso, de 35 anos, foi o primeiro assassinado no Complexo Penitenciário de São Luís em 2014. Em menos de 24h, outro caso foi registrado: Sildener Pinheiro Martins, de 19 anos, foi morto pela tarde, no Centro de Detenção Provisória (CDP), conhecido como "Cadeião".
Em 2013, segundo relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 60 detentos morreram nos presídios do Maranhão.